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As instituições políticas do Líbano
Fotografias em Libano

A Constituição do 23 de maio de 1926, inspirada das leis constitucionais francesas de 1875 que derretem o IIIe República, transformou o Líbano em república e oficializou o sistema da divisão do poder entre as comunidades, que foi efetuado pelo Pato nacional de 1943, data da independência efetiva do Líbano.

Esta Constituição é sempre em vigor, mas foi alterada várias vezes e nomeadamente em 1990, após a assinatura dos acordos de Taëf, que puseram fim à guerra do Líbano. Estes previam o reequilíbrio do poder ao lucro do Conselho de Ministros, a paridade de representação ao Parlamento entre cristãos e muçulmanos, e a abolição à termo do confessionnalisme.

O presidente do Líbano - maronite, nos termos do Pato nacional - é elegido pela Assembleia nacional; as suas atribuições doravante são limitadas muito. Em 1995, uma alteração constitucional prolongou a duração do seu mandato, que passou de seis à nove anos. A realidade do poder executivo pertence um Primeiro ministro, sunnite.

Em setembro de 1992 tem lugar as primeiras eleições legislativas organizadas desde 1972. 128 deputados é elegido ao sufrágio universal para um mandato de quatro anos. Contudo, este voto é marcado por uma forte abstenção: quase 70 p. 100 dos eleitores inscritos não votam, entre os quais uma maioria de cristãos que negam qualquer legitimidade a um regime colocado sob influência síria. As eleições legislativas de setembro 1996 são caraterizadas pela participação mais de 50 p. 100 dos inscritos e, para a primeira vez, a oposição à presença síria manifesta-se em redor de oito deputados.

Em junho de 2005, ao dia seguinte da retirada dos bandos sírios do Líbano, o Parlamento elegido é dominado pela oposição antisíria que detem a maioria absoluta com 72 de cada 128 sedes.

A comunitarização da vida política impediu o desenvolvimento de partidos políticos de tipo ocidental. A representação política organiza-se em redor de segmentações confessionais e em redor líderes claramente identificados como, dia seguinte das eleições de 2005, o sunnite Saad Hariri, o druze Walid Joumblatt, o cristão maronite Michel Aoun e islamistes os chiitas Hezbollah e do movimento Amal.

Michel Aoun
Cidade do Beirute. Encarta
Em 2004, as forças armadas libanesas contavam 72 100 homens, 000 dos quais 70 no exército de terra, 1 000 no exército do ar e 1 100 na marinha. Em 2003, o Estado consagrou 2,8 p. 100 do produto interno bruto às despesas de defesa nacional.
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