História de Israel : A Palestina e as 2 guerras mundiais
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Fotografias em Israel
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Com a morte do líder sionista Theodor Herzl, em 1904, a divisão dentro do movimento foi ainda maior, perdendo, desta forma, peso junto da comunidade judaica. Simultaneamente, outras correntes ganhavam força, como a que defendia que os judeus já faziam parte das sociedades onde estavam estabelecidos, ou a que assentava na convicção de que o regresso dos judeus se processaria com ajuda divina, ou, por último, a que afirmava que os judeus poderiam existir como grupos nacionais distintos na Diáspora (estado de dispersão). |
Certo é que a emigração para a Palestina continuou até à Segunda Guerra Mundial, durante a qual os judeus aprofundaram o relacionamento com a Inglaterra que, no após-guerra, assumiu um mandato de administração sobre o território da Palestina dado pela Sociedade das Nações a 24 de Julho de 1922. Durante este mandato, a Inglaterra pautou a sua administração pela ambiguidade, revelando uma certa incapacidade em lidar com as pressões, quer da comunidade árabe, quer da comunidade judaica, que ao longo dos anos foi crescendo como consequência, primeiro, da perseguição efectuada pelo Exército Branco durante a Revolução Russa de 1917, mais tarde, da perseguição que os nazis iniciaram em 1933. Em resultado da inoperância britânica, cedo se iniciaram pequenos conflitos entre as duas comunidades, degenerando em guerra aberta a partir de 1936, o que provocou o endurecimento, sobretudo da orientação política do movimento sionista. |
Este facto veio a revelar-se importante a partir do momento em que os sionistas (através da Organização Militar Nacional, criada dentro daquele movimento) permitiram tacitamente que grupos terroristas judeus atacassem alvos britânicos, considerados por estes extremistas como traidores à causa judaica, ao mesmo tempo que colaboravam com a Agência Judaica na ajuda aos Aliados, nomeadamente à Inglaterra. |
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