História de Israel : Israel com Netanyahu e Sharon
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Fotografias em Israel
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Em 1999 realizaram-se novas eleições antecipadas em Israel e Netanyahu foi derrotado e substituído por Ehud Barak, que se comprometeu a respeitar o acordo anterior depois de revisto. A visita do Papa João Paulo II, em 2000, foi essencial para acalmar um pouco as divergências, quer políticas quer religiosas, ao pedir perdão em nome do Cristianismo pelas acções anti-semitas cometidas no passado. No mesmo ano, novas tentativas de negociação de paz tiveram lugar em Camp David (EUA), entre Arafat e Barak, mas inconclusivas. As negociações tinham em vista a declaração da independência a 13 de Setembro do Estado palestiniano, data considerada por Barak como limite para as negociações de paz. |
Para os israelitas Jerusalém é indivisível e para os palestinianos Jerusalém Oriental seria a capital palestiniana. Até à data prevista nenhum acordo foi feito e Arafat resolveu adiar a declaração de independência. Os conflitos que se geraram depois levaram Barak a abandonar o cargo. Eleições em Fevereiro de 2001 deram a Ariel Sharon a vitória. O novo primeiro-ministro declarou que a sua prioridade seria a segurança de Israel. Arafat manifestou vontade de continuar as negociações de paz. Os conflitos armados continuaram, alguns deles de extrema violência. O assassinato do ministro israelita do Turismo, Rehavam Zeevi, num hotel em Jerusalém Oriental, provocou uma série de confrontos, agravando desta forma qualquer tentativa de acordo de paz. Também o ataque terrorista aos EUA a 11 de Setembro de 2001 veio agravar a ruptura nos acordos de paz no Médio Oriente. |
Em 2002 Netanyahu desafiou Sharon nas eleições para chefe do partido, Likud, mas perdeu. Sharon foi reeleito nas eleições gerais em 2003. |
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Benjamin Netanyahu |
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