Fotografias - Viagem

Israel em 1948


David Ben Gourion
David Ben Gourion

Após a Segunda Guerra Mundial, o movimento sionista conseguiu apoio junto dos Estados Unidos, o que se revelou fundamental para a derrota política do mundo árabe (representado pelo Egipto, Síria, Líbano, Jordânia (na altura denominada Transjordânia), Iraque, Arábia Saudita e Iémen) e para o estabelecimento do Estado de Israel, declarado a 14 de Maio de 1948 (com o reconhecimento imediato dos Estados Unidos e da União Soviética), apesar da oposição armada feita pelos países vizinhos.

David Ben-Gurion


David Ben-Gurion, líder da Agência Judaica e primeiro-ministro de Israel no Governo Provisório, viu o seu Partido Trabalhista (Mapai) ganhar as eleições de 1949 para o Parlamento (Knesset), tornando-se o partido dominante na coligação parlamentar posteriormente formada. O Mapai (que se tornou no Partido Trabalhista Israelita após a união, em 1968, com os partidos Ahdut Avodah - de orientação quase de extrema-esquerda - e Rafi - criado por ex-membros do Mapai em 1965) manteve-se no Poder até 1977, sendo liderado, consecutivamente, por David Ben-Gurion (1949-53 e 1955-63), Moshe Sharett (1953-55), Levi Eshkol (1963-69), Golda Meir (1969-74) e Yitzhak Rabin (1974-77). De 1977 em diante, o partido de direita Likud esteve no Poder, quer através de um Governo de coligação com o Partido Trabalhista (1984-87), quer isoladamente (1977-84 e 1987-92), sendo afastado nas eleições de 1992, cujos resultados deram a vitória ao Partido Trabalhista, liderado por Yitzhak Rabin, que foi morto num atentado em 1995. Benjamin Netanyahu, do Likud, tornou-se o novo primeiro-ministro.

Israel conseguiu sobreviver como Estado com muita dificuldade, sobretudo pela acção dos países árabes vizinhos, com os quais tem vivido em clima de tensão, ou mesmo de guerra, quase permanente. Em 1956 participou ao lado da França e da Inglaterra no ataque ao Egipto, passando a controlar o Sinai e Gaza até 1957, quando, por pressão da comunidade internacional, cedeu aquelas regiões de novo ao Egipto. Dez anos mais tarde, como resultado de várias provocações egípcias e sírias, Israel iniciou a mais breve e eficaz guerra de que há memória, a chamada Guerra dos Seis Dias: a 5 de Junho, a aviação israelita destruiu por completo a aviação egípcia, que foi apanhada no solo; nos dias seguintes, o exército egípcio foi esmagado, ao mesmo tempo que Israel conquistou os montes Golan à Síria; por último, e porque a Jordânia tinha decidido apoiar o Egipto, aquele país perdeu os territórios de Jerusalém Oriental e a Margem Ocidental para Israel.

A derrota dos árabes veio provocar, por outro lado, o crescer das manifestações terroristas da OLP, reivindicando o direito à independência. Como resposta, Israel decidiu atacar militarmente o quartel-general daquela organização, sediado na Jordânia, fazendo com que o rei Hussein mandasse o exército jordano expulsar os palestinianos, que se radicaram no Sul do Líbano. © Israel © Origem Emmanuel BUCHOT e Infopedia.

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