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Portugal medieval


Sancho de Portugal
Sancho de Portugal

A política de expansão territorial de D. Afonso Henriques levara-o a conquistar Santarém e Lisboa aos mouros (1147). O seu filho, D. Sancho I (1185-1211), continuaria a progressão para sul, chegando ao Algarve, mas sendo obrigado a recuar logo em seguida. Seria preciso esperar até ao reinado de D. Afonso III (1248-1279) para a estabilização dos limites do reino, que incluiriam o Algarve. Os primeiros monarcas tiveram de haver-se com as prerrogativas dos grupos sociais privilegiados da nobreza e do clero, donatários de grandes segmentos do reino. O reinado de D. Afonso II (1211-1223) foi marcado pelas primeiras tentativas da coroa para controlar a proliferação das terras e imunidades senhoriais. Nenhum dos reinados seguintes estaria isento de conflitos entre o poder da coroa e o poder senhorial, os quais conheceriam uma das suas manifestações mais acesas na guerra civil que levou à deposição de D. Sancho II (1223-1248) e sua substituição por D. Afonso III (1248-1279).

Os reinados de D. Afonso III e, sobretudo, de D. Dinis (1279-1325), conheceram um crescimento contínuo da produção agrícola e das trocas comerciais. Lisboa afirmava-se como principal centro mercantil do reino, aí se fixando um número crescente de mercadores estrangeiros com ligações às feitorias do centro e norte da Europa. Interregno Portugal não ficou imune à recessão económica e demográfica do século XIV europeu. O reavivar dos conflitos militares com Castela, que se arrastariam até ao século XV, e a chegada da peste negra ao reino, em 1348, condicionaram o reinado de D. Afonso IV (1325-1357) e de D. Pedro I (1357-1367) e deram azo a uma instabilidade política e social que se prolongaria durante décadas.

Portugal no século XIV


À morte do rei D. Fernando (1367-1383) seguiu-se uma crise sucessória e um interregno (1383-1385). Depois de três guerras fernandinas com Castela, saíram reforçadas as pretensões do rei castelhano, D. João I, sobre o trono português. No entanto, o Mestre de Avis, D. João, filho bastardo de D. Pedro, liderou em 1383 uma revolta palaciana contra a regência do reino, entregue à viúva D. Leonor Teles, e, com o apoio dos estratos inferiores da nobreza, da burguesia urbana e da gente de baixa condição, encabeçou a resistência à invasão castelhana. O Mestre de Avis, entretanto aclamado em cortes rei D. João I (1385-1433), viu a sua vitória desenhar-se na batalha de Aljubarrota (1385), onde o condestável Nuno Álvares Pereira teve um papel destacado. © Portugal. © Origem Emmanuel BUCHOT e Infopedia.

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