A vida diária dos habitantes ao Líbano
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Fotografias em Libano
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O Líbano foi e residência um país de imigração e de emigração. Considera-se à 5 milhões o número de Libaneses bancos no estrangeiro. A emigração foi sobretudo o fato maronites que deixaram o país por vagas sucessivas: para as cidades egípcias ao xixe século, onde participaram ao movimento de reflexão que tocava o conjunto do mundo árabe confrontado ao desafio modernité europeu; para a África preta no fim do xixe século e para o continente americano. |
Desde 1975, de numerosos Libanês fujiu a guerra, encontrando refúgio nos países ocidentais ou os países petroleiros do Golfo. Diaspora libanês constantemente testemunhou de um dinamismo notável: comerciantes, homens de negócios e inteletuais jogaram um papel importante nos países de acolhimento. A imigração foi, até em 1975, superior à emigração. Quatro vagas podem ser identificadas: a partir lá Primeira Guerra mundial e até ao fim dos anos 1920, os Arménios vieram maciçamente instalar-se à Beirute, fujindo as perseguições na Turquia. Os Curdos estabeleceram-se de maneira mais progressiva. Uns e outros integraram-se na sociedade libanesa. Foi diferentemente para os imigrantes da terceira vaga, os Palestinos caçados das suas terras pela primeira guerra israelo-árabe que seguiu a criação do Estado do Israel. |
O número de imigrantes palestinos engrossou após cada conflito israelo-árabe. A presença destes refugiados apátridas, viva em margem da sociedade libanesa em campos miséreux à periferia de Beirute, e a chegada de combatentes armados - líderes e militantes ativos da Organização de liberação da Palestina (OLP) expulsos da Jordânia - em 1970 tiveram a sua parte no desencadeamento do conflito libanês. Uma quarta vaga de imigração refere-se aos Sírios, que foram numerosos, entre 1958 e 1975, a deixar o seu país, dirigido desde 1971 por Hafez Al-Assad. Em 1995, o número de imigrantes sírios era considerado à cerca de 800 000 pessoas. |
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Cidade do Beirute. Encarta |
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