História do Egipto: O Egipto antigo
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Fotografias em Egipto |
O território do Egipto fica no Nordeste de África, ocupando o vale do Nilo, entre os desertos da Arábia e da Líbia. É o rio Nilo, com as suas cheias periódicas e constantes, que alagam as margens numa vasta extensão, que fertiliza esta zona, além de servir de via de comunicação. Para melhor aproveitar o dom do Nilo, os Egípcios construíram diques e canais. Estas condições favoráveis à agricultura propiciaram que aqui surgisse, por 3500 a. C., uma nova civilização agrária, em que se cultiva o trigo, a cevada, o milho-miúdo, o linho, a vinha, os legumes, a oliveira, o papiro, além de também se dedicarem à criação de gado. Com o desenvolvimento da agricultura foram crescendo os excedentes, o que veio fomentar o comércio com os vizinhos. A madeira e os metais eram os principais objectos de troca. O rio Nilo era a principal via de comunicação com o exterior. |
As pirâmides |
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Politicamente, por 3500 a. C., o Egipto estava dividido em vários pequenos reinos, os nomos. Dá-se então a tomada dos mais pequenos pelos maiores, vindo a culminar na formação de dois reinos: o do Alto Egipto, a sul, e o do Baixo Egipto, na região do Delta. Por 3100 a. C., Menés, rei do Alto Egipto, conquista o Baixo Egipto, dá-se a unificação do Egipto e surge o Império, sob o governo do faraó, que passa a ser a única autoridade. Transforma o Egipto numa monarquia teocrática, pois o faraó é considerado um deus. O faraó tem um poder sagrado e um poder absoluto, pois é o chefe político, militar e religioso. |
As pirâmides do Egipto ao Cairo Encarta |
O Império manter-se-á até à conquista do Egipto por Alexandre Magno, em 323 a. C., sucedendo-se cerca de 30 dinastias. O Império Antigo mantém-se até 2130 a. C., em que se dá a estabilização do poder. Fixa-se a escrita, constroem-se as famosas pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos. Segue-se o Império Médio, até cerca de 1580 a. C., uma época de esplendor e luxo. A capital fixa-se em Mênfis. Na parte final há a invasão dos Hicsos, começando a sua decadência. Por 1580 a. C. começa o Império Novo, após a expulsão dos Hicsos. Nova fase de esplendor, construindo-se inúmeros túmulos, templos e outras obras de arte. A capital é Tebas. É deste período o famoso faraó Ramsés II. Após várias invasões, é com Alexandre, por 323 a. C., que o Egipto é anexado ao Império Helénico. Politicamente, por 3500 a. C., o Egipto estava dividido em vários pequenos reinos, os nomos. Dá-se então a tomada dos mais pequenos pelos maiores, vindo a culminar na formação de dois reinos: o do Alto Egipto, a sul, e o do Baixo Egipto, na região do Delta. Por 3100 a. C., Menés, rei do Alto Egipto, conquista o Baixo Egipto, dá-se a unificação do Egipto e surge o Império, sob o governo do faraó, que passa a ser a única autoridade. Transforma o Egipto numa monarquia teocrática, pois o faraó é considerado um deus. O faraó tem um poder sagrado e um poder absoluto, pois é o chefe político, militar e religioso. Egipto Antigo. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-09-01]. |
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