Economia da Grécia e a agricultura grega
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Fotografias em Grécia |
Entrado na Comunidade europeia (hoje a União europeia) em 1981, após vinte anos de associação (o primeiro acordo foi assinado em 1961), a Grécia reside, com Portugal, colocado em retirada em relação aos seus parceiros europeus apesar das importantes subvenções das quais beneficia. O PIB per capita atinge com efeito apenas 70 % da média comunitária. A economia grega descansa largamente sobre a marinha comercial, a estreia ao mundo, e sobre o turismo, que representa 20 % do PIB. |
A economia grega |
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Em 2005, o PIB da Grécia era de 225,2 mil milhões de dólares. A Grécia, muito tempo terra de emigração, tornou-se desde o fim dos anos 1980 uma terra de imigração, atrativa dos candidatos ao trabalho, frequentemente vindos ilegalmente de países vizinhos (Albânia, Roménia, Polónia, Bulgária) ou a Ásia do Sudeste. A política económica do governo de Costas Simitis integra-se partir de 1996 no projeto europeu e a realização dos critérios do tratado de Maastricht; para o efeito, a Grécia beneficia de contributos de fundos comunitários. A fim de favorecer o desenvolvimento da economia, a inflação e o défice público devem ser reduzidos; |
Imagem de um porto de pesca. Imagem E. Buchot |
uma política monetária forte deve igualmente ser mantida. Conformemente, o governo lança um vasto plano de austeridade em 1998. Enquanto que em janeiro de 1999, a Grécia não respeitava ainda os critérios de convergência definidos pela o tratado de Maastricht, sua taxa de inflação cai (2,7 % em 2000, enquanto que atingia 20 % em 1990) e o seu défice orçamental desce 1,6 % do PIB em 1999 (o limiar limite fixado 3 %). Ainda que a sua dívida pública reside ainda demasiado elevada, a Grécia vê os seus esforços coroados entrando na zona euro 1° de janeiro de 2001. Em 2004, os jogos Olímpicos de Atenas necessitam pesados investimentos e geram uma fatura mais de 6 mil milhões de euros; no fim dos anos 2000, a Grécia aparece como o país mais endividado da zona euro. |