A economia venezuelana
|
Fotografias em Venezuela
|
A Venezuela tem uma economia que se baseia, principalmente, na exploração de petróleo, encontrando-se o país entre os dez maiores produtores mundiais. O petróleo e o gás natural constituem a maior fonte de receitas do país. Também existem importantes depósitos de carvão. A agricultura corresponde apenas a cerca de 4% do PIB, o que traduz a necessidade de o país importar vários produtos agrícolas. As culturas dominantes são a cana-de-açúcar, a banana, o milho, o arroz, o sorgo, a mandioca, o café e o cacau. A indústria extractiva abrange, essencialmente, o ferro, o bauxite, o alumínio, os diamantes e o ouro. Os produtos industriais são os metais de base, os bens alimentares, as bebidas, os produtos químicos, os têxteis, os derivados de papel e o tabaco. Os principais parceiros comerciais da Venezuela são os Estados Unidos da América, o Brasil, a Colômbia e o Japão. |
Em 2006, o produto interno bruto (PIB) do país atingia 182 mil milhões de dólares, que corresponde a um rendimento per capita cerca de de 6 730,40 dólares. A economia da Venezuela descansa essencialmente sobre o petróleo, que representa um quarto do PIB, 80 p. 100 das exportações do país e cerca de 40 p. 100 das receitas públicas. Esta situação cria uma forte dependência da economia no que diz respeito às flutuações dos cursos petroleiros: a baixa do preço do petróleo a partir do meio dos anos 1980 mergulhou o país em retirada em 1998, mas esta pôde conjurée em 1999 graças a um ornamentada dos preços do petróleo; pelo contrário, o aumento dos cursos do petróleo no meio dos anos 2000 permitiu a Venezuela obter mais o forte crescimento da América Latina, até 16,5 p. 100 em 2004 e 9 p. 100 em 2005. |
Apesar dos esforços empreendidos pelo governo para diversificar a economia, o setor não petroleiro permanece demasiado fraco para fazer face às baixas temporárias dos cursos petroleiros, tanto mais que o país acusa uma importante fuga dos capitais e penalidade a atrair investimentos estrangeiros ainda que desconfiam. Neste contexto, as autoridades decidem em 2002 que deixe flutuar o bolívar, provocando uma forte depreciação da moeda venezuelana em relação ao dólar. A inflação, que se criava à 35,8 p. 100 em 1998 e tivesse podido ser reduzida à 12,6 p. 100 em 2001, é considerada à 16,6 p. 100 em 2005. |
![]() |
Economia venezuelana. Encarta |
![]() Pesquisa personalizada
|