A economia cubana
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Fotografias em Cuba
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O governo revolucionário instalado ao poder desde 1959 nacionalizaram 90 p. 100 do setor industrial e 70 p. 100 das terras agrícolas. O desmoronamento do bloco soviético, privando a Cuba dos seus principais apoios e os seus parceiros comerciais, bem como a manutenção do embargo imposto pelos Estados Unidos em 1960, pesam pesadamente sobre a economia nacional. A abertura económica do país aumenta-se contudo desde 1993, data à qual Fidel Castro assinou um decreto que autoriza cerca de investimentos privados e o estabelecimento de zonas honestas. Por outro lado, as autoridades esforçam-se de desenvolver o turismo internacional, apostando sobre numerosas as possibilidades oferecidas pela ilha neste domínio. Com um contributo de cerca de 45 p. 100 das divisas, e 2,3 milhões de visitantes por ano no meio dos anos 2000, o turismo é, desde o fim dos anos 1990, o principal motor do crescimento. |
Em 1985, de acordo com o último número disponível, o produto interno bruto criava-se à 19,27 mil milhões de dólares. A taxa de crescimento de 9 p. 100 para 2005 anunciado pelo ministro da Economia é considerado entre 5 e 6 p. 100 pelos peritos internacionais. A realidade diária permanece no entanto difícil. Com efeito, os Cubanos sofrem ainda de importantes desigualdades sociais, os mais pobres que dependem de preços ao consumo demasiado elevados e a escassez de certos produtos. O mercado preto com os seus produtos paralelos está ainda presente. Em 2000, o setor primário ocupava 24 p. 100 da população ativa e contribuia para a formação de 6,7 p. 100 do PIB. A agricultura cubana ainda é controlada pelo Estado à 80 p. 100; côoperativas agrupam as 20 p. 100 de terras restantes. Como o resto da economia cubana, a agricultura falta de diversificação, e as duas grandes reformas agrárias comprometidas sobre fundo de revolução castriste em 1959 e 1963 não permitiram um aumento suficiente da produção alimentar. |
A Cuba é o 12.o produtor mundial de açúcar (em 2004) e a bengala à açúcar ocupa o terço da superfície cultivada do país. Até ao fim dos anos 1980, o açúcar cubano foi apoiado artificialmente pelas compras soviéticas que se efetuavam com base do cem o quilo, enquanto que o curso mundial era do cem. Privada deste apoio, a produção cubana périclité: ao início dos anos 1990, a colheita anual de bengala à açúcar criava-se à cerca de 70 milhões de toneladas e a produção de açúcar não refinado era cerca de de 6 milhões de toneladas. Contudo, esta devia cair à 4,2 milhões de toneladas em 1993 e, em 1998, 3,2 milhões de toneladas, a colheita menos abundante desde há quase os cinquenta anos. Vêm seguidamente o arroz, patate suave e o tabaco, maioritariamente cultivado ao oeste e centre-ouest, e dos quais a colheita (29 700 t em 2006) serve em grande parte |
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Agricultura da Cuba. Encarta |
ao fabrico de charutos de reputação mundial (300 milhões de charutos havanes por ano). As outras produções agrícolas são o cacau, o café, os citrinos, os ananás, as mangas, o milho e as culturas maraîchères. O efetivo bovino representava 4 milhões de cabeças, o efetivo porcino 1,7 milhão de cabeças e o efetivo ovino 3,2 milhões de cabeças em 2004. O abate descontrolado gradualmente tem reduzido as zonas arborizadas que cobriam mais apenas 8 p. 100 da superfície da ilha em 1960. Contudo, um programa de reflorestamento permitiu fazer subir este número à 20 p. 100, no fim dos anos 1980, e 24,5 p. 100 em 2005. A colheita leva sobretudo sobre as madeiras duras. |
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