As grandes cidades dos Estados Unidos
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As Americas |
Os Estados Unidos são uma república federal formada de 50 Estados e um distrito federal (Distrito da Colúmbia), compreendendo a capital federal, Washington: Alabama, Alasca, Arizona, Arkansas, Califórnia, Caroline do Norte, Caroline do Sul, Colorado, Connecticut, Dacota do Norte, Dacota do Sul, Delaware, Floride, Geórgia, Hawaii, Idaho, Illinois, Indiana, Iowa, Kansas, Kentucky, Louisiane, Maine, Maryland, Massachusetts, Michigan, Minesota, Mississípi, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, New Hampshire, New - jersey, Nova Iorque, Novo-México, Ohio, Oklahoma, Oregon, Pennsylvanie, Rhode Island, Tennessee, Texas, Utah, Vermont, Virginie, Virginie-Ocidental, Washington, Wisconsin, Wyoming. Quase todos os Estados americanos são divididos em condados, com excepção Louisiane, divididos em paróquias. |
Em 2005, a taxa de população urbana criava-se à 81 p. 100 da população total. Três constatações surgem do recenseamento de 1990: entre 1980 e 1990, o crescimento demográfico fez-se ao lucro das cidades do Sunbelt (Estados do Sul e o Oeste) nomeadamente os subúrbios das grandes metrópoles, à imagem de Los Angeles, que ganhou 3 milhões de habitantes. Os Estados Unidos são caraterizados por um fenómeno de métropolisation muito acentuado. O país conta 39 metrópoles de plus de 1 milhão de habitantes (contra 14 em 1950); estas 39 áreas metropolitanas agrupam 124,8 milhões de pessoas, ou seja a metade da população total. As dez mais grandes aglomerações, em 1990, eram Nova Iorque (18 milhões de habitantes), Los Angeles (14,5 milhões), Chicago (8 milhões), |
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São Francisco (6,2 milhões), Philadelphie, (5,9 milhões), Detroit (4,6 milhões), Bóston (4,1 milhões), Washington (3,9 milhões), Dallas (3,8 milhões), Houston (3,7 milhões). As fachadas pacíficas e Atlânticas são caraterizadas por muito fortes concentrações urbanas, com ao leste o potente Mégalopolis (45 milhões de habitantes de Bóston à Washington), que regista densidades muito elevadas (396 habitantes ao Km ² no New - jersey) e, ao oeste, de vastas aglomerações transfronteiriças (portland-Seattle-Vancouver, ao noroeste; Los Angeles-San Diego-Tijuana, ao sudoeste). A estrutura das grandes cidades americanas é muito diferente da das cidades européias. De formação recente, organizados sobre o princípio do plano em tabuleiro (grid), as aglomerações são para a maior parte desprovidos “de núcleo” histórico. O centro ativo da cidade limita-se frequentemente ao bairro dos negócios, “o Central Negócio Distrito” (CBD), cujos gratte-ciel domina a cidade e protege os bancos, as sedes das grandes sociedades e os grandes hotéis. A população das grandes cidades americanas continua diminuir ao lucro dos subúrbios. Estas conhecem, desde os anos 1950, um formidável crescimento, as populações fáceis que abandonam os centros-cidade para vir instalar-se em subúrbios suburbanos. |
A cidade de Nova Iorque Encarta |
Estas reunem hoje mais de 60 p. 100 da população urbana e estendem-se por espaços cada vez mais vastos, à imagem de Los Angeles, que se estende sobre uma centena de quilómetros. Progressivamente, lá criam-se dos centros de atividade (comércios, escritórios, indústrias) que se tornam à sua volta das cidades, elas mesmas cercadas de novos subúrbios. |
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